Soneto do Amor Total, 14 - 26 de junho de 1993, sábado

Um conto erótico de AribJr
Categoria: Heterossexual
Data: 11/02/2009 21:57:25
Nota 10.00

<center><tt>14</tt> ●●●●●●●●●●●●●○●●●●●●●●●●●● <tt>26</tt></center>

<tt><center>Soneto do Amor Total</center></tt>

<center><strong><b> TREZE </b></strong></Center>

<center><tt><b>26 de junho de 1993, sábado </b></tt></center>

<blockquote><b> Minha família é totalmente devassa, até parece que houve alguma coisa na história que nos fez gostar de foder parentes. Nathália e Caroline aprontaram, e terminei sendo fodido por Carol (ela perdeu a virgindade com o Roberto)...</b></blockquote>

Pedro completou 12 anos quarta-feira e Dani resolveu comemorar seu aniversário em minha casa no sábado, a sua estava em reforma e desde a sexta-feira acabou o sossego para Marta que voltou a grilar com os carinhos e brincadeiras das meninas. No sábado bem cedo se abancaram no galpão da churrasqueira com os preparativos, uma algazarra só como fosse mercado Persa. Ontem à noite, depois do serviço, passei no supermercado e adiantei as compras prevendo o alvoroço dos preparativos. Aninha ligou à noite chateada por não poder estar conosco, o que foi uma espécie de calmante para minha esposa.

― Menos uma... – ouvi resmundar ao saber da notícia.

<blockquote><b><i>Não tem sido fácil conviver na corda bamba de meu casamento, cheguei mesmo a sugerir separação, mas Marta – que apesar do ciúme exacerbado, diz me amar profundamente e que não se imagina viver longe de mim – saiu pela tangente e prometeu esforçar-se para “aceitar” nossa maneira familiar de agir. Dani tem-se mostrado preocupada e com freqüência tem dado assistência a ela.</i></b></blockquote>

― Tu tens que amadurecer Paulinho – falou um dia – A irmãzinha não iria querer que Marta sofresse assim, lembra sempre que foi ela quem escolheu tua mulher...

O dia agitado fez com que as coisas não se tornassem tão cabeludas como realmente foram. Nathália e Caroline estavam acesas e não pararam um só instante a provocação e Marta ficou o dia todo orbitando entre Dani e as garotas e o Pedro era o mais agitado de todos.

Caroline é um caso à parte, uma pérola negra entre tantas que se destaca à primeira vista. Muito achegada a Aninha desde os primeiros anos, passava mais tempo conosco que em sua própria casa o que a princípio era um alivio para Marta – eterna enciumada com a atenção quase que venerativa da Aninha para comigo – e por isso mesmo a constante anfitriã da sobrinha. Derreteu-se em mimos sempre que Paula anunciava sua vinda, Dani a principio não via com bons olhos esse desejo quase compulsivo da filha por minha casa – acho que temia um dia descobrir na filha uma substituta da irmã morta, o que não era desprovido de verdade – e, ainda hoje, é a sobrinha predileta.

Com o desaparecimento de Paulinha cessou o pacto de silêncio e, aos poucos, nosso caso foi sendo descoberto e comentado sem tanta discrição como merecia. Por diversas vezes fui inquirido pelas sobrinhas sobre minha vida sexual com minha irmã gêmea, mas continuou restrito ao círculo familiar – não sei até quando – como um segredo que merece ser guardado a sete chaves e, para algumas, reverenciado como exemplo de amor eterno. Pat e Dani não desejam que toda a verdade seja descortinada, apenas no que tange Paulinha foi colocado às claras, mas as meninas sempre desconfiaram que aquele romance também teve desdobramento envolvendo as duas e só para Aninha falei abertamente sobre tudo o que aconteceu entre eu e sua mãe.

Lá pelas cinco horas da tarde, com toda a festa já arrumada, Dani e as garotas saíram para se “embonecarem” e Marta, que havia esquecido o presente na casa dos pais, saiu com Pedro.

― Aproveito e passo no salão – despediu com um puta beijo que fez latejar meu cacete que segurou, sob a bermuda massageando leve — Pedrinho vai comigo buscar o presente – o sobrinho já estava abancado no carro – Hoje quero essa madeira rasgando minha xoxota – sussurrou lambendo minha orelha.

Dani observava de longe e percebeu o que fizera, balançou a cabeça sorridente.

― Tu não tem jeito irmãozinho – falou quando me aproximei para despedir-me – Parece que todas as mulheres que se aproximam de ti perdem a compostura.

Apesar de havermos vivido momentos fortes, nunca consegui perder um certo pudor para com Dani e respondi com um sorriso amarelado.

― Que posso fazer?

― Nada... – pegou minha cabeça e tacou-me um beijo molhado – Quem manda ter essa piroca descomunal!

Ligou o carro e saiu sem que eu pudesse responder, fiquei observando até o portão fechar. O telefone tocava estridente e voltei com um sorriso maroto me iluminando o rosto, levei um susto quando vi as duas sentadas despreocupadas no tapete da sala, imaginava estar só. Atendi a ligação, era Aninha querendo saber das novidades e ficamos papeando por um bom tempo.

― Vamos dar uns mergulhos Paulinho – gritaram do quintal.

― Quem está aí? – Aninha perguntou.

― Nathália e Caroline, o resto da troupe saiu para se embonecar – respondi sorrindo – E tu, como está?

― Pelada e melada! – falou de pronto – Louca de saudades de tua rola dura.

Cada dia mais maluca – imaginei – e com certeza deveria estar como falou. Para Marta foi um alívio quando Ana Paula anunciou que iria morar com Patrícia, e nunca escondeu sua aversão incontida pela filha da Paulinha e nem poderia ser diferente depois daquela sexta-feira, mesmo jamais tendo certeza se acontecera algo, mas notara que a partir dali a moleca mudou completamente sua maneira de ser e de agir comigo. Bem que tentei contornar as coisas mostrando a Aninha que não poderia ser daquela maneira, vã tentativa: era tão maluca como a mãe.

Ouvia o chapinhar da água na piscina e os gritinhos das meninas, subi para o quarto sonhando com um banho gostoso e revigorante. Entrei na banheira com água morna e esqueci completamente os problemas que me afligiam, tantos os familiares quanto os da firma. Estava relaxado, sentia o frescor me invadindo o corpo por completo e peguei-me rememorando alguns dos bons momentos que passei com Marta nessa banheira, segurei o cacete lembrando do carinho e do pedido que fizera há pouco e iniciei uma punheta bem devagar.

<blockquote><b><i>Estava longe meu pensamento, voltara no tempo e sorri deliciado revendo aquele dia em que Paulinha me apresentou Marta uma colega que conhecera na casa de Pat. Era, e ainda é, uma escultura viva de esplendor: tinha 18 anos, eu 20. Morena clara, pele macia, cabelos negros que chegavam até o meio da costa, rosto delicado, olhos castanhos amendoados, seios pequenos, pernas bem torneadas, cintura tal violão e bunda arrebitada, tudo estruturado em um corpo esquio que lhe dava ares de bailarina. Foi uma aceitação imediata e, já nesse mesmo dia, saímos os três para uma noitada tresloucada que acabou em uma pequena cabana no Chalé da Lagoa onde passamos o dia seguinte curando uma ressaca demoníaca e traçando planos para o futuro. Marta era virgem e, naquele mesmo dia com anuência da irmãzinha, perdeu a película pudica. É filha de um desembargador que aceitou nosso namoro sem pestanejar e abençoou nosso casamento apenas quatro meses após nos conhecermos.</i></b></blockquote>

― Batendo punheta!!! – me espantei com o gritinho que as duas deram antes de entrarem na banheira.

Caroline tinha tirado a parte de cima do biquíni e Nathália vestia um fio dental amarelo escuro que destacava da pele alva. Ter a Caroline comigo na banheira não era novidade, mesmo com Marta já havia feito a traquinagem de se meter quando nos banhávamos e nos acariciávamos – fato que estranhei em virtude de sua aversão à Aninha, mas fiquei deliciado por pelo menos a uma aceitar sem restrições.

― Porra Caroline! – reclamei refazendo do susto – Um dia tu ainda me faz ter um ataque cardíaco!

Nathália estava visivelmente excitada e assustada, tinha sido arrastada pela prima, e escancarou os olhos quando percebeu o tamanho de meu cacete.

― Puxa tio, não acreditei quando me falaram o tamanho – tremia um pouco e procurou afastar-se a máximo, colando-se à parede da banheira ovalada – Será que tem quem agüente tudo isso?

Caroline sorria divertida com a reação da prima.

― Pega nele... – sugeriu moleca enquanto tirava a parte debaixo do biquíni e mostrava a vulva bem depilada que mais parecia uma bochecha inchada.

<blockquote><b><i>Nathália não se mostrava a vontade, estranhou a maneira como a prima agia em minha frente, o constrangimento diante da nudez despudorada de Caroline e da minha passividade lhe embaralhava os sentidos. Caroline sentou em meu colo me abraçando e beijando com sofreguidão.</i></b></blockquote>

― Um dia ainda vou conseguir essa piroca dura dentro de mim, não é mesmo Paulinho? – sentara de maneira que meu cacete lhe tangia a vagina e a bunda quentinha – Não sei é se vou agüentar... – deu uma gostosa gargalhada atirando a cabeça para traz vendo o constrangimento da prima.

Levantou e ficou alisando com sensualidade o ventre sem marcas além do umbigo bem delineado, desceu a mão e passou na vulva metendo a ponta do indicador na rachinha e tocando de leve no clitóris. Suspirou forte fechando os olhos. Nathália observava e acariciava os pequenos seios encobertos pelo biquíni que mostrava dois pontos duros, os mamilos intumescidos.

Com movimentos lentos Caroline se aproximou de Nathália, afagou os cabelos loiros cortados rente ao ombro, acocorou-se e sorriu com carinho. Eu era apenas um espectador do que acontecia e Nathália, que era olhos fixos em mim, estremeceu quando a prima lhe abraçou e desatou o laço da parte de cima do biquíni.

― Não!... – reclamou sussurrante segurando, com as mãos espalmadas, a pequena peça amarela arreada sem desgrudar a vista de mim.

Lhe sorri leve enamorado da beleza plástica que era e toquei na bunda de Caroline que virou para mim. Balancei a cabeça em uma desaprovação entristecida, ela se voltou para a prima e segredou algo a seu ouvido. Nathália virou a cabeça lentamente e encarou a prima com o rosto sem expressão visível, deve ter ficado assim por alguns segundos antes de volver e novamente me fixar com um algo enigmático estampado ao rosto. Como que em câmara lenta o rosto foi se iluminando, ganhando vida em um sorriso singelo carregado de pura inocência e de excitação refreada, ainda com movimentos lentos e indecisos começou a afastar as mãos dos seios até que o biquíni despencou e afundou na água parada e morna e vi, pela primeira vez depois que encorpara, seus seios sem amarras – eram mais belos que aqueles que imaginara em sonhos carregados de volúpia quando vinha banhar-se nas piscina e roçava-os a meu corpo, maldosamente, sempre que imaginava não haver olhares que flagrassem aquele convidar desprovido de continuidade.

Caroline sentou do meu lado e passou o braço por meu ombro aconchegando-se assistindo ao desabrochar temeroso da prima. Mergulhou a mão e segurou meu cacete pulsante que começou a movimentar fazendo centelhas elétricas percorrerem meu corpo, tocava uma punheta macia e gostosa. Nathália continuou com aquele olhar lânguido estampado no rosto, respirava agoniada entre pequenos suspiros: era a própria deusa da beleza universal saindo do casulo para ganhar os ares. Massageou o seio esquerdo e segurou o biquinho do peito e apertou leve, olhou para certificar-se que realmente os tinha liberto e sorriu enquanto escorregava o corpo que submergiu por completo. Quando finalmente voltou à tona o rosto não era mais aquele temor pudico, era sorriso aberto. Voltou a mergulhar a cabeça para arrumar os cabelos que lhe encampava o rosto bonito e levantou como se fosse uma mola humana: estava nua, havia tirado o biquíni, empinou a pélvis mostrando que conseguira desatar os últimos grilhões que a impedia de soltar-se para o desejo.

― Que tu achas de mim? – perguntou passeando a mão direita entre os seios e a barriga lisa – Sou também gostosa? – riu fininho.

Não era gostosa e dizer sê-lo seria brincar com a verdade. Era maravilhosa, era fenomenal, uma mulher completa e divinamente talhada pelo tempo e dona de um corpo que fazia jus às mulheres da família. Estremeci quase gozando só em poder mira-la, Caroline notou minha reação e apertou meu cacete com força como que querendo fazer-me sofrer pelo presente que me dera.

― Agora só falta uma coisa... – Caroline falou baixinho, olhava fixo para a prima que respondeu assentindo com um leve balançar de cabeça.

Caroline largou meu cacete e me beijou demoradamente.

― Isso é por que eu te amo... – sussurrou em meu ouvido.

Se afastou até a borda extrema da banheira, olhei sem saber o que pretendia, ela sorria maravilhada ante a dúvida que meu rosto dizia. Nathália se movimentou lenta em minha direção, chegou perto e tocou em minha cabeça.

― Dá licença... – não chegou a falar, apenas deixou escapar as palavras em um sopro que reverberou em mim, olhei para cima e ela estava séria. A proximidade daquele ponto encoberto por uma pelagem aloirada e o aroma adocicado que exalava fez arrepiar meu corpo, que se encheu de pontos aguçados.

Abriu as pernas e sentou bem devagar em meu colo. Caroline também apagara aquele sorriso sensual que mantivera até a pouco, notei que respirava com dificuldade. Nathália imergia o corpo aos poucos deixando que eu a explorasse com o olhar, suspirou soluçante quando sentiu suas nádegas tocarem minha perna e enlaçou os braços em mim estreitando um abraço forte que me fez sentir o batucar descompassado de seu coração. Nada falava, apenas respirava e tremia. Colou os lábios em minha boca forçando a língua em meus dentes ristes, deixei que me penetrasse e senti o hálito quente invadindo e a saliva pegajosa que a ponta de sua língua depositou na minha. Foi um beijo calmo e revelador.

― Queria que fosse tu o primeiro... – sussurrou quando descolou os lábios de minha boca – Mas não deu pra esperar...

Soltou o braço direito que mergulhou entre minhas pernas em busca de meu cacete rijo e pulsante. Apalpou com carinho e abarcou enchendo a mão massageando de leve e levantou um pouco o corpo posicionando-o na entrada da xoxota que pincelou para sentir a glande roçando nas paredes externas lubrificada. Quando sentiu estar encaixada soltou-se um pouco sentando no ápice rijo até que a vagina abraçou a cabeça rubra. Parou apoiada nas pernas ao sentir-se alargada por meu membro e respirou fundo ao constatar o quão grosso era meu cacete, soluçou baixinho e se abraçou a mim com o corpo em espasmos incontroláveis.

― Não dá... – virou a cabeça em direção a Caroline que se masturbava – Não cabe... É muito grande...

Caroline sabia disso, era o motivo por eu nunca haver tentado deflorá-la. Tinha certeza que um dia ela seria minha, mas somente Paulinha e Marta haviam tido a mim como primeiro e sentiram as dores descomunais do alargamento brutal, mesmo acontecido com carinho e cuidados extremos. Não sei o porque de haver permitido que Nathália chegasse até onde chegou, acho que foi devido à punheta de Caroline somada à certeza de que ela não era virgem – ela própria havia segredado no dia que o namorado tirara seu cabaço, como também sabia que ela já havia transado com o namorado seguinte.

― Te falei... – Caroline respondeu devolvendo um risinho sacana – Te vira!

Segurei em sua bunda e forcei para cima fazendo-a sair, não desejava vê-la sofrer por mais que meus instintos gritassem o contrário.

― Não!... – apertou-se a mim impedindo que a tirasse.

<blockquote><b><i> Não sei o porque, ou o que pensou naquele instante em que soltou o corpo e sentou bruscamente em meu colo fazendo com que meu cacete lhe invadisse de maneira brutal. A expressão de seu rosto era de extrema agonia, a boca escancarada buscando ar e os olhos arregalados de onde lágrimas escorriam somado ao grito animalesco que expelira me deixaram apavorado e segurei seu corpo forçando para cima na tentativa de desempalá-la e livrá-la daquela agonia. Mas o abraço estreito e apertado que me havia dado impediram de conseguir o que tentara.</i></b></blockquote>

Busquei socorro em Caroline que também estava assustada com o grito, mas tudo fora tão rápido que ela não conseguia sair do local onde se masturbava.

Nathália soluçava e chorava baixinho não permitindo que eu me mexesse e a cada nova tentativa aumentavam os soluços.

― Não!... Pára... Fica parado, não se mexe... – implorou e ficou gemendo estática, com as unhas encravadas em minha costa por quase uns cinco minutos, para mim uma eternidade, até que senti leves movimentos de sua vagina como se estivesse tateando em reconhecimento ao membro que lhe invadira de maneira tão brusca.

Finalmente Caroline conseguira sair daquela letargia e se aproximou de nos.

― Que foi Nath? – alisou os cabelos emaranhados da prima que não respondeu, apenas soluçava – Que foi Nath? – perguntou novamente sabendo da única resposta que a prima lhe poderia dar.

Ajoelhou-se por detrás da prima e abraçou se colando a ela acariciando meus braços imobilizados. Aos poucos a respiração de Nathália foi normalizando até que ela se afastou um pouco e beijou minha boca com selvageria. Caroline passou a massagear os seios da prima imaginando da agonia que sentira quando meu cacete preencheu sua xoxota, dava pequenos beijos na costa de Nathália que voltara a respirar liberta da agonia e deixava escapar leves suspiros.

― Pensei que ia partir no meio... – comentou baixinho – Doeu pra cacete – riu nervosa com cuidado para não se movimentar muito – Tá ardendo pra danar...

Éramos três na banheira, apenas eu não conseguia falar nada.

― Te falei que a rola do Paulinho é um monstro – Caroline acariciava a prima – É por isso que esse merda não quer tirar meu cabaço...

<blockquote><b><i>Resolvi agir e iniciei movimentos cadenciados que fizeram Nathália gemer baixinho, seu corpo ganhou vida e começou a cavalgar leve entre pequenos gemidos e suspiros. Caroline notou que a prima queria continuar fodendo comigo e tentou se afastar, não permiti, segurei sua mão, ela estranhou e me olhou sem entender.</i></b></blockquote>

― Ai!... Ui!... Hum!... – Nathália gemia baixinho toda vez que sua bunda tocava em minha perna – Tá gostoso... Tá gostoso...

Caroline puxou a mão, queria assistir afastada. Não permiti e ela adivinhou o que eu pretendia e deixou-se ficar colada na prima e passeando a mão espalmada entre os seios durinhos, a barriga até tocar em meu macete que entrava e saia da vagina de Nathália.

Com movimentos cada vez mais fortes e frenéticos Nathália dava mostras que não tardaria o gozo, Caroline segurou sua cabeça e puxou para si buscando sua boa em um beijo agoniado, Nathália gemia forte e Caroline libertou sua boca sentando a meu lado. Meu próprio gozo se anunciava fininho, percorrendo minha espinha a partir do pescoço. Caroline puxou minha mão e colocou no meio de suas pernas, estava melada e quente, passei a tocá-la e a penetrar o dedo até sentir a leve resistência e ela também gemia baixinho como já a vira fazer, Nathália intensificou mais ainda a foda como se estivesse possuída, possessa. Gemia alto, falava frases desconexas, grunhia e xingava rouca.

― Foda gostosa... Ai meu cavalo... Ai!... Ai!... Estrompa... Estrompa minha buceta... Ai meu Deus... Ai meu Deus que rola gostosa... Ai... Meu... Deus... Não dá... Não dá... Vai sacana... Puto... De... Merda... A... A.... Ai! Ai!!!

O som que deixou escapar não se parecia a nada que havia ouvido, era algo próximo a um rugido, mugido ou sei lá o que. Suas unhas voltaram a cravar minha costa e ela pulava, saltitava enlouquecida pelo gozo intenso com uma facilidade que não lembrava a agonia da penetração. Sua vagina lubrificada assumira o diâmetro exato de meu cacete que fluía liberto do arrocho inicial e seu gozo prolongado parecia não ter fim.

― Isso... Isso... Enche minha buceta... Enche minha buceta... Ai meu Deus... Ai... Meus... Deus... Não agüento... Não agüento... Ui... Ai... Ai...

Também eu chegara ao clímax, gozei como há muito não fazia e meu sêmen fluía aos jorros em jatos contínuos que explodia no mais profundo rincão de sua vagina, Nathália parecia eletrificada, tremia e gemia e pulava no meu cacete que tangia a ultima parece, a mais profunda e secreta, daquela xoxota apertada que me levou à loucura.

Caroline também gozava com intensidade e grau que rivalizada conosco. Gemia forte e puxava os cabelos empreendendo movimentos ondulatórios com meu dedo atochado até onde podia chegar. Nunca antes havia visto tamanho gozo, tamanha intensidade ou situação como a que vivemos naquela tarde. As duas garotas demoraram a voltar ao normal, Caroline foi a primeira a se recompor e, antes de sair da banheira nos abraçou e nos beijou alternadamente.

― Obrigado... – murmurou antes de sair.

Fiquei abraçado a Nathália sentido sua respiração lenta e passiva.

― Me carrega... – pediu com os olhos cerrados.

Com dificuldade consegui levantar, minhas pernas estavam trêmulas. Segurei em sua bunda e saímos, ainda engatados, em direção à minha cama. Com cuidado deitei sobre ela que sorria deliciada.

― Pensei que não ia caber... – falou com a cara limpa e lhe beijei a boca.

― Gozei dentro... – estava preocupado ante a possibilidade de uma gravidez indesejada.

― Preocupa não, tô tomando pílula – acariciava minha costa que ardia um pouco, ela olhou a mão – Tu tá sangrando!...

Fora o resultado de suas unhas encravadas durante a penetração e quando gozara.

― Depois passo um mercúrio – sorri para ela – Foram as unhas de uma certa leoa maluca – beijei a ponta de seu nariz.

Com cuidados extremos sai de sua xoxota, meu cacete estava rubro.

― Também tu estais sangrando – falei apontando a vagina escancarada de onde escapulia nossos líquidos e um pouco de sangue.

Ela olhou para o espelho da parede e se espantou.

― Puta merda! Tua rola me abriu todinha – a vagina ainda não voltara ao normal, estava dilatada – Sou uma mulher arrombada – passou a mão e meteu os cinco dedos ao mesmo tempo – E agora? – me olhou preocupada, o rosto sério deixava ver que estava com medo.

Eu sabia que logo voltaria ao normal, bastava findar a dilatação muscular que age assim para permitir a penetração.

― Preocupa não garota – sentei a seu lado – Logo tua precheta volta a ter a abertura normal... – olhei para ela que não cansava de mirar-se no espelho – Ou quase normal – dei um risinho e voltei para o banheiro e esvaziei a banheira recolhendo a roupa das duas pondo no cesto de roupas.

Quando voltei Nathália havia tirado a colcha da cama, suja de porra e sangue misturado, atirei uma toalha branca felpuda.

― Onde tem colcha limpa? – perguntou e me entregou a suja, mostrei o armário de onde ela retirou outra limpa, da mesma cor da que sujamos.

<blockquote><b><i>I Arrumou o quarto e saiu levando a suja. Voltei ao banheiro e terminei o banho iniciado.</i></b></blockquote>

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<center>Este relato é contado em 26 episódios, você leu o 14º</center>

<center><b><u>Próximo Episódio:</u></b></center>

<tt><center>27 de dezembro de 1974, sexta-feira</center></tt>

<center><b><u>Episódios Anteriores: </u></b></center>

<tt><center>Soneto do Amor Total</center></tt>

<tt><center>24 de junho de 1972, sábado</center></tt>

<tt><center>14 de outubro de 1969, terça-feira</center></tt>

<tt><center>4 de julho de 1972, terça-feira</center></tt>

<tt><center>3 de setembro de 1972, domingo</center></tt>

<tt><center>5 de julho de 1972, quarta-feira</center></tt>

<tt><center>04 de dezembro de 1972, segunda-feira</center></tt>

<tt><center>10 de julho de 1972, segunda-feira</center></tt>

<tt><center>10 de março de 1973, sábado</center></tt>

<tt><center>17 de julho de 1976, sábado</center></tt>

<tt><center>9 de maio de 1974, quinta-feira</center></tt>

<tt><center>16 de fevereiro de 1996, sexta-feira</center></tt>

<tt><center>23 de dezembro de 1974, segunda-feira</center></tt>

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Comentários

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08/03/2009 19:47:31
Morre e essa foi a tônica que fez Patrícia escrever o relato da vida amorosa da irmã. Você também poderá lê-lo no site EuAutor. Lá está formatado e ilustrado. O link é: http://euautor.com.br/textos.asp?IDTexto=Além dele, outros relatos de minha autoria
08/03/2009 19:13:05
a paula morre?

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