Eu meu pai e meu irmão - XII

Um conto erótico de Carlinhos
Categoria: Homossexual
Data: 07/06/2019 00:07:35
Última revisão: 12/06/2019 00:47:03
Nota 9.94

Passei os primeiros horários das aulas bastante preocupado. No fundo me sentia culpado por tudo que aconteceu no final de semana. Meus atos levaram a toda aquela confusão. No intervalo Beto apareceu dizendo como havia resolvido tudo. Com isso tirei um peso dos meus ombros. Bruno também respirava aliviado. Estávamos livres para discutir uma nova pauta. O carnaval.

Vivian iria aproveitar o feriado para ir fazer um passeio fora do país. Dalila iria para Salvador. Gustavo e Beto estavam planejando ficar pela cidade mesmo e ir a vários bloquinhos, que cada ano que passava estava melhor. Eu e Bruno iriamos acabar acompanhando os dois.

Naquela noite minha mãe me ligou dizendo que estava com saudades e que era para nos encontrarmos no carnaval. Ela iria com minha tia para praia no ES, e que queria que eu e Beto fossemos.

- Vamos Beto. Eu quero ir – Eu insistia.

- Até que seria bom ir pra praia, mas com família Carlinhos? – Beto reclamava.

-Eu gostei da ideia de ir pra praia. – Meu pai disse. Eu e Beto olhamos pra ele.

- Você quer ficar livre da gente? – Eu perguntei.

- Ou está se convidando. – Beto disse.

- Por que não alugamos um apartamento perto do que a sua mãe vai ficar. Assim vocês podem passar tempo com ela e não ter que sofrer com a parte chata. Podemos chamar o Gustavo pra ir com a gente. – Meu pai disse.

- Ai eu gostei. – Beto disse.

- Eu amei. Posso chamar o Bruno também? – Eu perguntei.

- Claro. Vou ligar para a sua mãe, ver se ela ou a sua tia tem algum contato de algum outro apartamento lá. – Meu pai disse.

Não perdi tempo e já liguei para o Bruno. Beto falou com o Gustavo. Estava confirmado iriamos passar o carnaval na praia.

- Não é uma cidade com grande festa no carnaval, mas ficava cheia de turistas. Os barzinhos a beira da praia ficam cheios, vários carros de som nas ruas. Uma vez que teve até um trio-elétrico tocando axe. Mas tem o melhor de tudo, o mar. – Eu disse para Dalila, Vivian, Gustavo e Bruno no dia seguinte.

- Então vocês vão viajar no carnaval? – Wagner disse. Ele chegou de fininho e eu me assustei.

- Sim. - Eu respondi.

- Lembro de uma vez que o Beto me chamou para ir. Mas eu já tinha viagem marcada com a minha família. – Wagner disse, pareceu esperar um convite que não veio. – Está tudo bem como você, Bruno?

- Tudo sim. Obrigado por perguntar. – Bruno respondeu.

- Já resolvemos tudo com o Robert, pode ficar tranquilo. – Wagner disse.

- Quer dizer, o Beto já resolveu tudo né. – Gustavo disse. – Pelo que ficamos sabendo você quase começou uma nova briga.

Wagner o ignorou. Vendo que não tinha mais assunto ele partiu.

Mesmo estando tudo resolvido com o pessoal da ADM, paramos de ir naquele prédio. Durante a semana que se seguiu Beto veio em alguns dias se juntar a gente. No final da semana ninguém estava com o rosto roxo.

Decidimos viajar na sexta à noite assim aproveitaríamos o sábado por inteiro. Era uma viagem longa, nove horas de viagem. Meu pai tem uma SUV grande que conseguimos viajar confortáveis. Ele, Beto e Gustavo revezaram o volante a cada três horas. Chegamos com o sol nascendo. Eu e Bruno dormimos praticamente toda a viagem por isso assim que chegamos fomos para rua enquanto os motoristas foram dormir. Fizemos uma caminhada na praia vimos os barcos de pesca retornando.

Reencontrei Binho que veio até mim e me deu um abraço. Eu apresentei Bruno para ele.

- Quem é esse? – Bruno me perguntou depois que Binho saiu.

- Alguém do passado. – Eu disse sorrindo.

- Gostei.

- Pode ficar. Pelo visto ele está sem namorada, quando ele namora só acena pra mim de longe. – Eu disse

Eu e Bruno fizemos compras no supermercado, coisas para preparar o almoço e algumas cervejas como papai pediu. Levamos o que demos conta de carregar. Depois de guardar as coisas eu e Bruno fomos para a praia. A cidade ainda estava vazia. Aproveitamos um pouco aquela tranquilidade.

Binho nos viu pegando sol e se sentou ao nosso lado.

- Pensei que iria te ver nas férias de janeiro. – Binho disse.

- Eu fui para o Rio. – Eu respondi.

- Que bom que veio para o carnaval. – Binho disse.

- Também gostei. – Eu respondi.

- Espero te ver mais tarde, quem sabe não podemos fazer uma caminhada juntos. – Binho disse piscando pra mim. Lembrei-me que naquelas caminhadas ele me deixava pegar no seu pau. Não fomos além por que eu era novo e inocente de mais naquela época.

- Eu iria adorar, desde que Bruno possa ir comigo. – Eu disse. Eles trocaram um olhar.

- Claro. Vocês são namorados? – Binho perguntou e nós rimos.

- Não, apenas amigos, best friends. – Bruno disse.

- Acredito que agora você pode sair à noite né? – Binho perguntou. Eu sorri. Naquela época nos encontrávamos próximo ao por do sol. Minha mãe não me deixava sair sozinho a noite.

- Posso sim. – Eu respondi.

- Anote o meu telefone, me manda um oi. E a gente combina melhor. – Binho disse.

- Bruno anota o telefone dele. Deixei o meu celular no apartamento. – Eu disse era mentira, minha intenção era aproximar o Bruno dele.

Bruno anotou o telefone do Binho, mandou o oi e Binho partiu. Um tempo depois Binho respondeu a mensagem com uma piscada “;)” . Não percebemos o tempo passar, já era quase meio dia. Voltamos para casa, mas antes passamos em uma padaria.

Acho que foi o cheiro do café sendo passado que acordou os rapazes. Levantaram como eu imaginei, com fome. Eles tomaram o café da manhã enquanto eu e Bruno fazíamos o almoço. Rapidinho os meninos já estavam tomando cerveja. Eu e Bruno tomávamos também, a cerveja de mulher como Beto chamava a skol beats.

Depois do almoço escutamos uma barulhada no apartamento ao lado. Era a a tia Deyse, seu marido, meus primos e a minha mãe chegando. Nos encontramos todo mundo, foram muitos abraços, uma festa. Papai os convidaram para almoçar havia sobrado muita comida, era para ser nossa janta, mas papai disse que a noite comeríamos na rua.

O marido da minha tia, Paulão, era um morenão grande e simpático, falava pouco e sempre ficava na dele. Meu primo mais velho Pablo estava com 19 anos, um ano mais velho do que eu. Estava ainda mais alto e forte, puxava o pai apesar de ser mais claro. Pablo estava mais alto e mais forte que o Beto. Diego meu primo mais novo estava com 15 anos, naquela fase de crescimento, alto e magro. Também estava mais alto que eu. Mesmo morando na mesma cidade eu os vi poucas vezes nos últimos três anos. Não frequentavam a minha casa desde que me assumi para a minha e para a minha tia. Eu não senti falta nenhuma deles.

Percebi que o Diego olhava muito para mim e para o Bruno. Não sabia o que significava aquele olhar, talvez censura. Devia ser mais um que achava que ele era meu namorado e que era muito errado ser gay.

Depois do almoço papai mandou Beto e Gustavo lavar as louças para poupar eu e o Bruno que já tínhamos feito à comida. Pablo e Diego que ficaram por lá também tiveram que ajudar. Pablo colou no Beto e no Gustavo. Todo assunto do Pablo era mulher, estava cansando até o Gu que hora ou outra dava umas tiradas nele sendo bastante irônico. Pablo era burro o suficiente para não perceber, o que fazia eu Beto e Bruno achar graça. O problema que Pablo achou que estávamos gostando do assunto e cada hora falava mais absurdos. Pura historia de pescador.

Quando fomos para a praia já era quase 16 horas, mas como estávamos no verão ainda teríamos muitas horas de sol. Mais uma vez peguei o Diego olhando para o Bruno, reparava na sunga do meu amigo. Uma sunga que se encaixaria bem no posto 9 de Ipanema, mas ali, naquela praia do interior chamava muita atenção. Bruno não se preocupava ele queria mesmo era lacrar.

À noite saímos todos juntos fomos para uma pizzaria. Conversamos bastante, foi bem agradável. Meus pais se davam muito bem e isso era legal. Tio Paulão sempre na dele, mal falava apenas comia e bebia muito. Tia Deyse chegou a perguntar para a minha mãe se Bruno era meu namorado, ela disse que não. Eu sempre conversava com a minha mãe e contava quase tudo pra ela. Contei sobre a minha amizade com Bruno, Gustavo e as meninas, contei pra ela também sobre Wagner e até a confusão da festa, isso tudo antes da viagem.

Bruno me cutucou por de baixo da mesa, me mostrou o seu celular. Binho queria nos encontrar.

- Diz pra ele que em 10 minutos estaremos lá. – Eu disse e Bruno escreveu.

- Vou fazer uma caminhada, vamos Carlinhos? – Bruno disse para todos ouvir.

- Vamos sim. – Eu respondi pra ele. – Pai não precisa nos esperar. De qualquer forma não vamos demorar.

Meu pai apenas concordou. Beto me olhou com cara feia, só faltava ele querer ir junto. Ele olhou para o meu pai e para o Gu que estavam indiferente. Ele me puxou e disse:

- Não vai aprontar.

- Relaxa Beto, só vou fazer companhia para o Bruno. – Eu disse baixinho entre ele o Gustavo. Diego ficou olhando para a gente.

- Qual é a do seu primo? – Bruno me perguntou.

- Qual deles? O mais velho é um tarado e sempre foi homofobico – Eu disse, na verdade não sabia se ele era, mas nunca quis ser meu amigo por eu ser gay, talvez isso seja ser homofobico sim. – E o mais novo é uma incógnita pra mim.

- O mais novo mesmo. Ele não para de olhar pra gente. Será que ele nunca viu gays antes? – Bruno disse.

A minha cidade podia ser pequena e ter poucos gays, mas com certeza tinha gays e com certeza Diego já tinha visto.

- Deixa o piralho pra lá. – Eu disse.

Em menos de cinco minutos nos encontramos com Binho, ele estava cheiroso, era necessário muito perfume para tirar o cheiro de peixe. Ele nos abraçou e mostrou o caminho para seguirmos.

- Nessa época do ano a cidade fica cheia, mas eu conheço alguns lugares que podemos conversar mais tranquilos. – Binho disse

Era uma espécie de uma elevação na ponta da praia, tinha uma pequena mata. Vimos um casal voltando de lá. Percebi que era um lugar para pegação. Não sabia se aquele lugar era novo ou se eu era muito jovem para saber dessas coisas antes.

Chegamos ao local, estava um pouco escuro escutávamos alguns barulhos próximos no inicio me assustei, mas devia ser apenas algum casal. Binho sentou entre eu e o Brunho, enquanto conversávamos ele tocava na minha perna e na do Bruno. Reparei que não demorou muito Binho estava excitado. Bruno também tinha reparado naquilo. Binho ia pegar a minha mão para levar até o pau dele, mas eu me levantei na hora. Ele me olhou como se perguntasse “Por que fugiu?” Com um olhar eu indiquei pra ele o Bruno.

Binho entendeu. Levou a mão do Bruno até o seu pau. Bruno o apertava por cima da bermuda. Eu encarava a lua, Binho começou a explicar sobre como a lua afeta as mares. Quando olhei novamente para eles o pau de Binho duro como pedra estava na mão do Bruno fora da bermuda. Bruno beijava o pescoço do Binho e mesmo assim ele não parava de falar. Talvez falasse para não receber um beijo na boca. Binho era daqueles que não beijava outro homem.

Binho se levantou e colocou o pau para Brunho chupar. Bruno me olhou sem graça eu sorri pra ele e virei de costas. Escutava Binho gemendo. Olhei novamente para eles, aquela cena me deixava de pau duro. Apesar da vontade eu não quis participar.

Bruno parou de chupar, Binho fez o meu amigo ficar de pé desceu a sua bermuda. Bruno ficou de quatro e Binho chupava o seu cuzinho. Era engraçado um homem que não queria beijar na boca de outro homem, mas beijava o cu. Bruno gemia como uma puta e isso excitava ainda mais o Binho que quase virava o Bruno do avesso.

- Você trouxe camisinha? – Bruno perguntou.

- Não. – Binho respondeu.

- Então não vai rolar. – Bruno disse se levantando vestindo a bermuda e se sentando novamente.

Bruno puxou Binho de volta para a sua boca. Binho fodia a boca do Bruno como se tivesse fudendo o seu cu. Eu via os movimentos de vai vem, a bundinha dura e branca do Binho era bonita, tinha um contraste com o resto da sua pele muito mais morena. Binho gozou enchendo a do Bruno de porra. Bruno cuspiu e voltou a chupar até deixar o pau dele limpinho.

- Na próxima trás camisinha. – Bruno disse sorrindo.

Voltamos conversando como se nada tivesse acontecido. Em uma esquina dos despedimos. Binho disse que manteria contato. Eu fiquei olhando para Bruno pra saber se ele gostou.

- Gostei viado, pau gostoso. E a forma que ele chupou o meu cuzinho ninguém nunca fez igual. Até gozei. – Bruno disse rindo.

- Ae viado. Tirou o atraso então. Por que não engoliu o leite dele? Você me disse que gosta. – Eu perguntei.

- O boy nem beija a minha boca, acha que vou engolir o leite dele. Nananinanão. –Bruno disse rindo balançando o dedinho me fazendo rir.

Passamos em frente à pizzaria e a minha família já tinha ido embora.

- Olha que gatinho. – Bruno disse apontando para um rapaz.

- É, me parece familiar. – Eu disse. Bruno me olhou sorrindo, acho que ele esperava que fosse outro Binho. Quando o rapaz se vira nos assustamos. – É o Wagner.

Nós ficamos congelados, não sabia se devia ir embora ou me aproximar dele. Metade de mim queria cada coisa. Wagner se virou, nos viu e veio até nós.

- Coisa boa, achei vocês. – Eu disse.

- O que esta fazendo aqui? – Eu perguntei.

- Resolvi passar o carnaval aqui. – Wagner disse.

- Você veio com quem? – Eu perguntei.

- Sozinho. – Wagner disse, ele olhava pra mim sorrindo. Ele era mesmo louco. Será que ele realmente estava tão louco assim por mim?

- Está ficando onde? – Bruno perguntou. Wagner apontou para um hotel. – Pertinho estamos naquele prédio da esquina ali.

Eu olhei para o Bruno, não sei se fiquei feliz ou bravo por Bruno dizer onde estávamos.

- Bem perto. Já estão indo pra casa? – Wagner perguntou. Acenamos que sim com a cabeça. – Então vou levar vocês até lá. E o que vão fazer amanhã?

- Praia. – Eu respondi, afinal era a única coisa para se fazer ali.

- Então até amanhã. – Wagner disse nos deixando na porta do prédio.

Quando chegamos em casa o pessoal estava vendo TV. Pablo e Diego também estevão lá. Eles explicaram que o apartamento que meu pai alugou era melhor que o deles, a TV no deles além de pequena só tinha canais abertos. O apartamento era pequeno, na sala tinha um sofá cama, um quarto de casal minúsculo. E um outro quarto com duas beliches. Meu pai iria ficar no quarto de casal eu, Beto, Gu e Bruno nas beliches. Meu pai ofereceu Pablo e Diego para ficarem no sofá cama da sala eles aceitaram.

Bruno foi para o banho e na sequencia eu fui. Meu pai e Beto e Gu já tinham tomado. Assim que acabou o filme que eles estavam vendo Diego e Pablo foram para o apartamento de trás para tomar banho e voltaram. Tia Dayse foi lá perguntar se realmente não seria problema eles dormirem lá. Acho que no fundo ela queria ver com quem os filhos iriam dormir. Ela ficou tranquila quando viu que ambos dormiriam juntos no sofá cama.

- Então como foi o passeio? – Beto perguntou quando já estávamos na cama.

- Foi Octhimo – Bruno disse como um famoso vídeo de um travesti no youtube. Eu não me aguentei e comecei a sorrir.

- E quem era o cara que trouxe vocês até a porta do prédio? – Gustavo perguntou.

Eu ia mesmo contar para eles, não contei antes por causa dos meus primos na sala. Mas me assustei quando Gustavo perguntou. Bruno que estava rindo também ficou mudou e eu podia sentir Beto me encarando.

- Era o Wagner. – Eu disse.

- Eu sabia. Mas não quis acreditar. – Gustavo disse.

- Vocês não estão falando serio. – Beto disse.

- Ele veio sozinho, está ficando naquele hotel chique no quarteirão do lado. – Bruno disse.

- E o que ele veio fazer aqui? – Beto perguntou.

- O que eu não sei, mas ficou feliz em achar a gente. – Eu disse.

- Achar? – Gustavo perguntou.

- Sim, foi isso que ele disse. “Que bom que achei vocês”. – Bruno disse.

- Então ele estava procurando. Ele escutou aquele dia a gente dizendo que vinha pra cá e resolveu vir. – Gustavo disse.

- É. – Eu disse. E no fundo estava feliz com aquilo.

- Filho da puta. – Beto disse.

Acho que ficamos todos pensativos do alto do beliche eu via o teto, via o mar e a lua. Bruno estava no alto do outro beliche, de frente para a porta, ele já dormia. Beto e Gustavo estavam na parte de baixo também calados e possivelmente dormindo. Resolvi buscar um copo de água. Na sala a TV estava ligada. Bebi a minha água e quando passei novamente pela sala eu procurava o controle para apagar a TV.

- O que está procurando? – Diego me perguntou.

- Era o controle, achei que já estavam dormindo. – Eu disse.

- Eu tenho insônia. – Diego respondeu. Se levantando e indo até a janela ver a mesma vista que eu via do meu quarto.

- Eu também tinha insônia. Passava horas no computador. Tudo melhorou depois que eu – Ia dizer me assumi, mas podia ser pesado. – comecei a fazer terapia.

- Deve ser bom falar com alguém mesmo. – Diego disse.

- Tira um peso muito grande das costas. – Eu disse. – Não sei qual é o seu problema, mas se quiser conversar estou aqui.

Diego não disse nada, apenas voltou para o sofá cama deitou ao lado do seu irmão e apagou a TV. Eu voltei para o meu quarto. Esqueci-me do Wagner e fiquei pensando no Diego. “Será que o problema dele era o mesmo que eu tinha?” Se fosse coitado. A mãe dele não é como a minha. No fundo seria bom tia Deyse pagar língua. Mas o pobre do Diego que ia sofrer com isso. Nunca tive nenhum problema com ele, afinal ele é bem mais novo, nunca convivemos.

Acordamos cedo no dia seguinte. Meu pai encheu o cooler de cerveja e fomos para a praia. Meus primos, meus tios e minha mãe foram juntos. Vimos Binho passando e nos acenou de longe. Bruno ficou todo derretido. Depois de um tempo Wagner chegou, cumprimentou a gente e depois foi até Beto que não fez uma boa recepção. Wagner sentou perto do meu pai, que foi muito simpático, Pablo também não quis ir para o mar e ficou conversando com o Wagner.

- Só não dar trela, que ele fica sem graça e vai embora. – Beto disse.

- Eu não entendo por que essa briga com o Wagner ele é legal com a gente. – Bruno disse.

- O Wagner não é um cara legal. – Gustavo disse.

- Talvez não fosse, mas ele esta se esforçando muito para ser nosso amigo. – Bruno disse.

- Você acha que é a nossa amizade que ele quer? – Beto disse.

- Bom, talvez queira outras coisas, mas acredito que ele quer a nossa amizade também. – Bruno disse, já entendo que outras coisas são essas, ou seja eu.

- Ele é capaz de usar todo mundo a sua volta para conseguir o que ele quer. E pelo visto já esta dando certo. Já conquistou você. – Gustavo disse.

- Não fala como se eu fosse um bobo. O Wagner nunca me fez mal, me ajudou quando eu precisei. Tem sido muito simpático comigo. Eu não vou ser sem educação com ele por que vocês já brigaram com ele no passado. – Bruno disse. Bruno saiu do mar e se sentou com o meu pai e Wagner e ficaram conversando.

Gustavo estava sem graça, no fundo ele sabia que Bruno estava certo. Mas entendia que ele sofreu na mão do Wagner e que ele estava preocupado comigo.

- Olha eu entendo o ponto de vista de todo mundo. Não posso discordar do Bruno. Talvez o Wagner tenha mudado. Não estamos na escola, estamos na praia, não vamos deixar de curtir. Gu eu sinto muito por tudo que ele te fez, se você ainda tem algum sentimento por ele... – Eu dizia quando Gustavo me interrompeu.

- Eu não tenho mais sentimento por ele. – Gustavo disse.

- Então ótimo. Nada impede de sermos todos amigos, pelo menos aqui na praia, vamos ver como vai ser. Se o objetivo do Wagner é ficar comigo isso só vai acontecer se eu quiser e não são vocês de birrinha e tratando ele mal que ira me impedir. – Eu disse. Eles ficaram em silencio por um bom tempo.

- Ok. Mas a primeira que ele aprontar acabou, e ninguém nunca mais fala com ele. – Beto disse.

- Combinado. – Eu disse e Gu acenou concordando com a cabeça ele não parecia satisfeito, mas concordou.

Voltamos para a areia ficamos conversando e tudo fluía bem. Pablo como sempre falando de mulher e Wagner ia na dele. Gustavo revirava os olhos.

- Beto, Gustavo vamos sair a noite pra pegar umas gatas. Já combinei com Wagner aqui. Vou levar o Diego, já tá na hora dele aprender o que é bom. – Pablo disse.

Reparei o Diego que não parecia animado.

- Vai pegar mulher Wagner? – Gustavo disse sendo irônico. Pablo não perceberia a ironia. Eu olhei feio para o Gustavo.

- Não lembra quando a gente saia e pegávamos um monte? – Wagner respondeu para o Gustavo.

- Lembro que você me dava rasteira e pegava as que eu queria. Mas tinha um motivo pra isso não era? – Gustavo respondeu.

- Ai não hein Wagner. Cada um escolhe seu alvo e luta por ele, nada de rasteira. – Pablo disse. Wagner sorriu sem graça.

- A noite a gente vê isso, Pablo. - Beto respondeu.

À noite os “héteros” saíram arrastando o Diego. Fiquei em casa com meu pai e Bruno que pouco tempo depois saiu para encontrar com o Binho. Eu e o papai ajustamos o sofá cama e ficamos lá de boa vendo filme. Papai me abraçava de conchinha. E não demorou muito eu sentia o seu pau duro me cutucando.

- Que isso papai? – Eu perguntei com cara de safado.

- É saudade Carlinhos. – Meu pai respondeu.

- Seu pauzão tá com saudade do meu cuzinho? – Eu perguntei. Papai fez que sim com a cabeça beijando a minha nuca. – Meu cuzinho também está com saudade.

Papai enfiou a mão por dentro da minha bermuda e começou a brincar com o meu cuzinho eu gemia. Também estava com tesão acumulado. Não via a hora de sentir uma tora dentro de mim. Eu já piscava. Vivei papai e comecei a chupar aquele pau gostoso, me deliciava com ele. Chupava a cabeça, engolia toda a sua baba, chupava as suas bolas. Papai estava todo lisinho. Havia se depilado para vir pra praia. Eu também queria muito tomar aquele leite. Fiquei chupando gostoso até papai me puxar para um beijo. Ficamos nos beijando e enquanto o seu dedo me penetrava e o seu pau melava a minha barriga.

Me deitei de bruços e papai veio por trás. Enfiou seu pau todo dentro de mim.

-Isso papi, mete, mete em mim. – Eu pedia gemendo. – Mete forte, mete fundo.

Papai me obedeceu, a cada metida ele penetrava o seu pau mais fundo. Peguei a sua mão e chupava os seus dedos isso fez papai pirar.

- Que rabinho gostoso. Que delicia. Eu amo você meu filhinho gostoso. – Meu pai dizia.

Ele tirava todo o seu pau e metia até o fundo. Entrava todo e saia. Eu já estava quase gozando. Peguei a minha bermuda e coloquei em baixo para não sujar o sofá. Papai voltou a meter num ritmo rápido e gozou dentro de mim gemíamos alto e eu também gozei.

Papai continuou com o pau dentro de mim, ainda estava duro e estava uma delicia. Ele me beijava e me fazia carinho. Dizia como sou lindo e gostoso, como eu o fazia feliz.

Em menos de dois minutos escutamos o barulho de chave abrindo a porta. Tínhamos duas chaves uma estava lá na porta e a outra Beto levou. Eu congelei. Não tivemos tempo de nos mover e a porta se abriu.

Gustavo estava sozinho viu eu e pai pelados no sofá, ele ainda dentro de mim. Gustavo fez que iria fechar a porta novamente, mas resolveu entrar.

- Desculpa, achei que já tinham acabado. – Gustavo disse na lata. Ele devia ter chegado antes e escutado a gente gemendo quando papai gozava gostoso dentro de mim.

Gustavo foi direto para o quarto e voltou balançando a sua carteira na mão sem olhar pra gente e foi embora.

Eu olhava para o meu pai e ele pra mim.

- Não acho que ele vai contar para o Beto – Meu pai disse. Eu também achava que não. Percebi que papai ficou ainda mais excitado. Eu sorri vendo aquilo. – Vamos para o banho.

Fui com o meu pai para aquele chuveiro pequeno e apartado, meu pai me deu um banho lavando o meu cuzinho que estava cheio da sua porra. Eu lavei o pau do meu pai e comecei a chupa-lo.

Depois de um tempo naquele boquete gostoso papai me deu seu leite e eu bebi tudo.

Voltamos para o sofá, agora comportados. Bruno chegou primeiro. Me chamou para o quarto e me contou como deu para o Binho. Foram de novo para aquela matinha no canto da praia.

- Foi uma delicia, metemos de frente, ele me carregou eu prendi as minhas pernas nele enquanto ele metia, na hora que ele gozou eu o beijei. Ele não abriu a boca, mas deixou eu o beijar. – Bruno me contou sorrindo. – Também vi os meninos quando voltei. Wagner estava pegando uma garota linda.

- E o Beto e o Gu? – Eu perguntei.

- O Beto apenas conversando com uma garota e Gu conversando com o seu primo mais novo que parecia triste. – Bruno me contou. – Seu primo grandão parecia que estava bêbado dando em cima de umas três ao mesmo tempo, as meninas pareciam estar doidas para fugir dele.

Eu sorri. Era claro que o Wagner poderia pegar quem quisesse. Não existe uma pessoa que sente atração por homens que não se sentiria atraído por ele. Beto estava comportado, esperava que continuasse assim.

Não demorou muito eles estavam em casa.

- E ai como foi? – Eu perguntei.

- Tranquilo. – Gustavo respondeu.

- O Wagner se comportou bem? – Eu perguntei.

- Não nos perturbou. – Beto respondeu

- E vocês pegaram alguém? – Eu perguntei.

- Não, estávamos de boa. – Beto disse.

- E o Pablo? – Eu perguntei.

- Ele apanhou. – Gustavo disse rindo.

- Tentou beijar uma menina a força e levou um tapa na cara. – Beto disse. – Depois ele catou um mulher feia.

- Uma idosa. – Gustavo disse.

- Idosa? – Eu perguntei rindo.

- Exagero do Gustavo. Era feia sim, mas quando a idade não dava pra saber se tinha 18 ou 40 anos. – Beto disse rindo

Gustavo olhava pra mim, me senti novamente pelado e com meu pai dentro de mim. Ele sinalizou para irmos ate a sala. Eu estava sem graça, mas fui.

- Vamos lá em baixo quero conversar com você. – Gu disse. Descemos para a porta do prédio. – Eu estava conversando com o seu primo. Ele passa por problemas como você passou e pelo o que percebi ele não terá apoio em casa.

- Eu imaginei isso mesmo. O que quer que eu faça? – Eu perguntei. Fiquei feliz por Gustavo não falar sobre ter visto eu e meu pai fazendo sexo.

- Acho que podia conversar com ele. – Gustavo me disse.

- Não sei. Acho que ele não vai se abrir pra mim. Santo de casa não faz milagre. – Eu disse.

- Pelo menos tente. – Gustavo me disse batendo em meu ombro. Eu o abracei. Senti que ele ficou excitado com o meu abraço.

- Obrigado. – Eu disse. Gustavo me deu um gostoso beijo na boca e subimos.

No dia seguinte fomos para a praia novamente. Chamei Diego para uma caminhada. Tia Deyse não olhou com cara boa.

- Quero te dizer que pode contar comigo viu. – Eu disse.

- Obrigado Carlinhos. – Diego disse com a cabeça baixa. – As vezes eu te invejo. Vejo que as coisas foram tão fáceis para você. Você está tão bem.

- Nem tudo foi fácil. Sofri muito como você esta sofrendo até me assumir. Realmente depois foi mais fácil. Minha mãe reagiu super bem.

- Sua mãe não é como a minha. – Diego disse. – Nem meu pai e muito menos o meu irmão.

- Meu pai e meu irmão me fizeram transar com uma prostituta. – Eu disse rindo. Diego também sorriu.

- E você transou? – Ele me perguntou.

- Sim. Mas assim que acabei eu disse que era gay. Eles me apoiaram. Meu pai e o Beto já sabiam, mas ele queriam tentar me transformar. Como isso não existe e não é possível eles aceitaram. Só contei para eles agora no inicio do ano.

- Acho que minha mãe iria me internar. Meu irmão me bater até eu virar homem. – Diego disse triste.

- Olha não é fácil, mas depois você sente um peso enorme saindo de cima de você. – Eu disse.

- Não tenho essa coragem. – Diego me disse.

- Acho que nem eu teria sendo filho da Deyse e irmão do Pablo. – Eu disse e Diego sorriu.

- Estou fodido mesmo. – Ele me disse.

- Não, eles que se fodam. Você pode viver a sua vida da mesma forma até achar o momento certo para se assumir. – Eu disse. – Queria ter sabido disso na minha época.

- Você fala para eu me esconder? – Diego perguntou.

- Falo pra você não ficar triste pelos cantos. Falo pra você curtir a vida, as oportunidades, os prazeres e que ninguém precisa saber o que você faz. Você já ficou com alguém?

- Já. – Diego disse sorrindo um pouco sem graça. – Já aconteceu. Um amigo, eu gosto dele. Uma vez eu dormi na casa dele e acabou rolando. Foi só uma vez e ele finge que nada aconteceu. Eu não tive coragem de tocar no assunto com medo dele nunca mais falar comigo.

- Então, você já está melhor do que eu. Naquela época nem essa coragem eu tinha. – Eu disse sorrindo. – Conselho se fosse bom a gente vendia né, mas eu te aconselho a viver a sua vida e foda-se para o mundo. Não acho que precisa se assumir se não quiser. E daqui a pouco você forma, sai daquela cidade, vai fazer uma faculdade fora e viver a sua vida.

- Obrigado Carlinhos. – Diego disse.

- E se proteja sempre. – Eu concluí. Diego sorria pra mim.

Wagner caminhava na minha direção. Eu parei para esperar. Diego tomou o rumo de volta.

- Bom dia. – Ele me disse.

- Bom dia. – Respondi.

- Eu queria te agradecer. – Ele disse

- Nossa devo ter virado algum santo. Todo mundo me agradecendo hoje. – Eu disse e o Wagner sorriu. – O que eu fiz para merecer o seu agradecimento?

- O Beto e o Gustavo estão me tratando melhor. Eu sei que tem um dedo seu nisso. – Wagner disse sorrindo segurando a minha mão – Talvez a mão inteira.

- Resolvemos te dar uma chance, mas se você for um babaca nunca mais iremos falar com você. – Eu disse.

- É difícil eu não ser um babaca. – Wagner disse sorrindo.

- Eu imagino, mas espero que consiga. – Eu disse.

- E o que vou ganhar não sendo um babaca? – Wagner me perguntou.

- Amizade, o carinho das pessoas. – Eu dizia e Wagner fazia careta. - As pessoas gostarem de você pelo que você é não pelo o que tem ou quer demonstrar.

Agora eu o peguei, a careta sínica sumiu do seu rosto e ele realmente ficou pensativo.

- E de você o que ganho? –Ele me perguntou.

- Isso tudo. – Eu disse.

- Pra mim é pouco. – Ele disse.

- O que mais você quer? – Eu perguntei.

- Você. – Ele disse.

Era difícil acreditar um homem como aquele se declarando assim pra mim. “Isso por que ele ainda não sabe o que eu fiz” pensei

- Quem sabe. Se isso te inspirar a ser uma pessoa melhor. Quem sabe você não consegue me conquistar. – Eu joguei.

Wagner sorriu pra mim e me puxou para um delicioso beijo de linga que eu me entreguei. Sentia o seu corpo colado no meu, o seu pau ganhando vida. . Eu não pensava que eu já tinha Beto, meu pai e até o Gu. Mas a verdade era que eu não tinha ninguém Por alguns segundos me esqueci de tudo e apenas me entregava naquele beijo.

Wagner me segurou pela mão e me puxou até o seu hotel.

- Eu esperava por isso há muito tempo. – Wagner me disse, me beijou e me jogou na cama.

Ele foi tirando a sua roupa de um modo sexy. Eu já tinha o visto de sunga na praia. Mas aquilo que ele estava fazendo tornava tudo diferente, novo. Eu babava naquele corpo. Babava no volume da sua sunga. Wagner subiu na cama como um gato, beijou a minha boca, tirou a minha camiseta e puxou o meu short e a minha sunga de uma só vez.

Wagner colocou a boca no meu pau e começou a me chupar, me fazendo gemer. Depois de um tempo me chupando ele me beijou. Eu o empurrei na cama e o chupei. Aquele pau grande e grosso que eu apenas tinha tocado agora estava na minha boca, era uma delicia. Wagner gemia segurando a minha cabeça. Eu chupei as suas bolas, chupei novamente o seu pau e subi beijando o seu abdômen definido, o seu tórax, o seu pescoço e a sua boca novamente.

- Eu quero você. – Wagner disse.

- Como? – Eu perguntei, já estava entregue.

- Não importa, eu só quero você. – Wagner disse.

Mais uma vez não imaginei escutar algo assim. Wagner não se importava em dar ou comer. Tudo que ele queria era transar comigo e isso me mexeu ainda mais comigo. Não podia esperar nada assim dos meus rapazes. Não pensei duas vezes era a minha chance de experimentar algo novo.

- Eu nunca fui ativo. – Eu confessei.

- Então serei o seu primeiro. – Wagner disse. Pegando em sua mala camisinha e lubrificante.

Wagner colocou a camisinha no meu pau, lubrificou a sua bunda e deitou de lado. Eu me deitei atrás dele e fui encaixando o meu pau em sua bunda. Wagner veio recuando. Virou o seu corpo e me beijava na media que eu o penetrava. Era uma sensação gostosa, muito melhor do que punheta, mas ainda achava melhor receber uma vara no meu cuzinho.

Começamos aquele entra e sai, estava gostoso, não parávamos de nos beijar eu segurei o pau do Wagner com uma mão e o masturbava passando a mão por toda a extensão do seu pau. Wagner gemia, dizia que eu era gostoso. Eu dizia o mesmo.

- Não acredito que estou fazendo isso como você. – Eu disse. – Que estou comendo um homem tão gostoso.

Wagner sorriu.

- Então aproveita, me come gostoso. Faça da sua primeira vez algo inesquecível. – Wagner me disse incentivando.

Eu aproveitei. Fiz com Wagner todas as posições que eu já dei. Primeiro coloquei ele de quatro onde eu metia forte, coloquei ele para cavalgar, depois um frango assado, tentamos de frente, o que não deu muito certo por que meu pau saia toda hora. Por ultimo foi com a gente sentado beijando e foi assim que gozamos gemendo.

Caímos na cama. Depois de gozar bateu um peso na consciência. Sentia duas vozes brigando na minha cabeça.

“O que você fez?”

“Apenas o que sentiu vontade”

“E o Beto?”

“Ele não é meu namorado”

“O seu pai? O Gustavo?”

“Também não são meus namorados. Sou solteiro livre para transar com quem eu quiser assim como todos eles.”

“Mas você não ia gostar se fossem eles que estivessem aqui”

“Não ia, iria morrer de ciúmes.”

“Quem tudo quer nada tem...”

“Eu só quero ser feliz. Não quero ser dono de ninguém e não quero que ninguém seja o meu dono.”

Wagner me olhava com um sorriso bobo, enquanto as duas vozes discutiam na minha cabeça. Mas acho que a que prezava pela liberdade e dizia para eu não me sentir culpado ganhou. Nos beijamos mais uma vez.

- Tenho que ir. – Eu disse.

- Não precisa, podemos passar a tarde toda aqui. – Wagner disse com aquele sorriso cativante, como o de uma seria que tenta levar marinheiros para o fundo do mar.

- Não posso tenho que ir. – Eu disse.

- Então eu vou com você. – Wagner disse.

Nos vestimos e deixamos aquele quarto que ficaria gravado em mim para o resto da minha vida.

CONTINUA....

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Enquanto não sai o próximo capítulo aproveite para ler os meus outros contos aqui na casa. Acesse o meu perfil //remontotdelka62.ru/mangafap/perfil/Respondo a todos os comentários dentro do próprio conto após a publicação do novo capítulo. Ou seja, a resposta aos comentários do capitulo anterior provavelmente já estão lá (no espaço destinado aos comentários).

Obrigado

New_Escritor-BH

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Comentários

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19/06/2019 02:21:07
finalmente!
18/06/2019 23:33:37
Espero que o Wagner saiba dar valor a essa chance que estão dando a ele.
16/06/2019 23:57:02
Cada vez me encanto mais por esse conto, que tesão...
16/06/2019 18:54:48
Até que é legal, mais quero ver o circo pegar fogo. kkkkk
15/06/2019 14:58:59
excelente
14/06/2019 22:48:36
Pessoal saiu a continuação //remontotdelka62.ru/mangafap/texto/Agradeço a todas as leituras, comentários e aos votos. @Lebrunn _kah – Muito obrigado. @VALTERSÓ - Lamento que não te agradei tanto. Vamos ver como será mais no decorrer da serie. @Sonzinho – Muito obrigado. As postagens serão pelo menos uma vez por semana.
DCG
12/06/2019 14:32:42
Kd a continuação? Não encontroooo! Precisooooooooooooooo!
10/06/2019 12:33:59
Ótimo seus contos!!!!!
08/06/2019 06:24:01
Continua logo......está demais
08/06/2019 00:44:57
Esse capítulo eu adorei, o Bruno finalmente conseguiu, Wagner tanto lutou que está conseguindo é espero que ele não faça nenhuma burrice para estragar o que já estar rolando..... Não demora muito pra posta o outro capítulo estou curioso para saber essa linda história vai continuar!
07/06/2019 19:21:16
Wagner tanto fez que conseguiu. Abre teu olho,Carlinhos
07/06/2019 09:54:28
Adorei o capítulo!!! Finalmente o coitado do Bruno ficando com alguém... Que barra a do Diego hein ..
07/06/2019 08:12:09
Wagner só queria o prêmio e consegui.Carlinhos precisa saber que nem tudo são flores e que muito escolhe fica sozinho.
07/06/2019 07:51:12
Eu tô fissurado acompanhando, Parabéns
07/06/2019 03:19:28
DE FATO NÃO GOSTEI. MAS CREIO QUE CARLINHOS PRECISA TIRAR ESSA HISTÓRIA DO WAGNER A LIMPO. CREIO QUE CARLINHOS VAI SE FERRAR. MAS QUEM MANDA SER ARROGANTE, MIMADO, BABACA, CABEÇA DURA. VAI SOFRER E NÃO FOI POR FALTA DE AVISO. VOU TORCER A PARTIR DE AGORA PRO BETO COMER TODOS E TODAS E QUE CARLINHOS SAIBA DISSO. MUITO BABACA CARLINHOS. QUER O BETO, QUER O GUSTAVO, QUER O PAI, QUER O WAGNER. VAI SE FUDER DIREITINHO. PERDER TODOS. ENTRAR EM DEPRESSÃO E SE MATAR. POR OUTRO LADO VEJO BETO SENDO FELIZ COM GUSTAVO, NÃO ERA BEM O QUE EU IMAGINAVA. EU TORCIA PELOS DOIS IRMÃOS. MAS COM A CABEÇA DURA DE CARLINHOS CREIO QUE ISSO NÃO VAI ROLAR. ATÉ O BRUNO PARECE QUE ESTÁ ENCONTRANDO A FELICIDADE. NOSSA PAI DO BETO E DO CARLINHOS CONTINUA BABACA DEMAIS. TINHA QUE ABRIR A BOCA E CHAMAR OS SOBRINHOS PRA DORMIR NO MESO AP. SE PABLO É HOMOFÓBICO POBRE DIEGO. VAI SOFRER MUITO.
07/06/2019 02:27:44
Bom demais. Ansioso pelo próximo capítulo.
07/06/2019 00:44:11
Wagner pode até ser um escroto e está apenas usando o Carlinhos para se vingar de Beto e Gustavo, mas que o tesão entre ele e Carlinhos é gostoso isso é. Conte-nos mais.
07/06/2019 00:11:14
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